Vem-te aninhar aqui:

- nas minhas mãos

- no meu colo

- nos meus ombros

- no meu ventre

Vem, vem sentir como é bom estarmos juntinhos, alheios a tudo o que nos rodeia!

Vem, sentir-te UM!

Saudades??? Sinto-as por ti, de ti. Porquê? Como? Perguntas tu! Respondo-te assim:

GOSTO DE TI!

Dentatinhas de mim para ti

Cá dentro


Todos os dias, a cada passo que dou, dou um por ti. Um passo na tua direcção. Tento. Quero chegar mais próximo de ti. Tenho medo de chegar tarde e não estares lá, mas não posso apressar o que não pode ser apressado.

Pensar em ti alegra-me e entristece-me. Falar contigo alegra-me sempre. Ouvir-te, ver-te, muda o meu dia por completo. Há muito que não sorria de uma forma parva como faço contigo. Aquele sorriso parvo, em que não sabemos porque raio sorrimos, mas é bom. Há muito tempo que não sentia um calorzinho no peito, por alguém. Sinto-o por ti e é bom sentir.

Ter-te conhecido, foi uma benção. Não lamento o tempo que não te conheci. O tempo em que nem sabíamos que o outro existia. Acho que nos cruzámos na altura certa. Acho que a ligação foi imediata, desde a primeira palavra.

Por isso, por mais tempo que passe e que custe a passar, vai ser bom. Não é um desejo. É uma certeza.

Estás no teu lugar, onde mereces estar. Estás toda cá dentro, no coração do querido, tal como eu quero estar aí dentro não só no coração, mas em toda a querida.



Beijinhos lilith, do sempre teu,

Lu


Imagino-nos assim, entrelaçados, colados, eu em ti e tu em mim, onde começa um? Onde acaba o outro? :) Que interessa, sabe tão bem imaginar-nos assim, colados, despidos de tudo e qualquer coisa, mente e corpos unidos!
Imagino também a tua respiração no meu pescoço, a pesar cada vez mais de cada movimento mais dedicado e ousado que os nossos corpos criam. Se imaginar com força quase quase consigo sentir, sentir-te!
Desejo-te cada dia mais, de dia para dia ocupas mais um espacinho neste meu coração outrora de pedra, entras por ele sem pedir licença e sabes que mais? Welcome, esperei por ti este tempo todo, esperei encontrar-te aqui ou ali, qualquer local é um bom local para te encontrar!
Imagino o nosso primeiro beijo, desajeitado talvez mas repleto de sentimento, de desejo, de tanto tempo a querer sem poder :)!
E lê-me agora com atenção, é tão bom imaginar-te!
Dentadinhas em cada recanto teu

O que quero...


Quero-te!

Os motivos não sei se os percebo bem, estou em fase de os dissecar, analisar um a um. Quero perceber o que se passou comigo quando te conheci. Isto não é normal em mim.
Sou frio e distante, não me entrego. Lambo cicatrizes como se ainda fossem feridas.
Mas tu. Sim tu, com um simples sorriso deitaste a minha muralha abaixo. Assustou-me mas sorri também. Estou a reconstruir a minha muralha, mais alta e mais forte, mas já te incluo dentro dela.

Sem medos, cheia de certezas avanças em direcção ao meu castelo. E eu? Eu observo à distancia a tua aproximação. Sei que os meus portões não vão impedir a tua entrada, pois deixei a porta encostada sem ninguém a guardar. Confio em ti, como nunca confiei em ninguém. E isto é um sentimento novo, com o qual estou a aprender a lidar.
Quando finalmente entrares, o meu único desejo é que queiras ficar e que o teu fascínio não seja unicamente pela luta, pelo caminho, pelo desafio.

Quero-te! Quero o teu sorriso, o teu olhar, o teu toque. Quero as tuas certezas, as tuas dúvidas, a tua coragem, a tua inocência. Quero mais do que o teu corpo, quero quem tu és de verdade. Quero conhecer o que nem sempre mostras, quero amar os teus defeitos e repousar a minha insegurança nas tuas qualidades. Quero te proteger e quero me deixes fazê-lo. Quero envelhecer a teu lado sem que nada mude excepto o físico.

Quero acordar a teu lado daqui a 40 anos e ver o mesmo brilho nos olhos, que me vão relembrar todos os dias o quanto sou feliz.
Lambidelas bifurcadas, 
Lu


Diz-me...agora...quanto de ti é meu?
Quanto disto é real?
Chega-te o que de mim é agora teu?
Ouves-me sussurrar o teu nome? Não...
Sentes-me junto ao peito? Não...
Consegues saber que este é o meu cheiro? Não...
E as curvas dos meus lábios, sabes o seu sabor? Não...
A pele, o toque, a sensação que ela te pode dar, sabes? Não...
O meu respirar no teu pescoço, conheces? Não...
A minha lingua em cada cm teu, arrepia-te? Não...
Os meus seios junto à tua pele, consegues imaginar? Não...
A minha cara ao despedir-me, sabes o que diz? Sim...
Temos algo, temos! O quê???
Que dia cinzento este em que não estou ao teu lado!
Dentadas resignadas

Acordar para o pesadelo


À noite depois de desligares, penso em ti antes de adormecer. Ao fazê-lo viajo em sonhos...

Chego a tua casa e ligo-te, dizendo "Estou cá em baixo". A tua voz num misto de incredibilidade e surpresa, sussurra, "sobe".
Corro pelas escadas, chegando à tua porta. Está encostada, como se de um convite a entrar se tratasse. Entro e vejo-te.
Estás de costas para mim, mãos no vidro da janela olhando a rua.
Estás descalça, pernas nuas, com a curta saia escocesa objecto de fantasias e uma camisa branca cintada.
Aproximo-me, ficando um milímetro, sinto-te, sem te tocar, sem me tocares. Cheiro o teu cabelo, a tua pele, ouço a tua respiração mais forte e pego-te pela cintura beijando-te o pescoço. Estremeces. As tuas mãos parecem querer agarrar o vidro, noto um arrepio na tua pele.
Nem uma palavra. Não precisamos de palavras, pois as nossas mentes conversam por si. As minhas mãos percorrem o teu corpo, gravando cada milímetro dele na minha mente, como que desenhando um mapa só meu. Só nosso.
Encosto-me a ti. Estou duro. Estás húmida.
Deixas escapar um gemido e como um intruso invado-te. Não te viras para mim, não descolas as mãos do vidro. Deixas-te levar por mim. Perco-me em ti.
Os nossos corpos moldam-se entrando numa dança frenética, há muito desejada.

Sinto-me a chegar ao climax, sinto o teu climax. Viro-te para mim e... acordo.

Acordo de um lindo sonho, para o meu pesadelo, que é estar longe de ti.


Lambidelas bifurcadas,

Lu


Deitada esqueço-me por momentos do desespero que sinto por não te ter perto, por perto, de não te poder sentir quando desejo, quando me apetece. Adormeço a pensar em ti é um facto, perco-me em pensamentos, em sonhos do que seria, como seria, melhor, do que será, como será, que coisas tens tu ai para mim, escondidas, à espera que as encontre!

Sufoca-me pensar que não está ao nosso alcance imediato tornar os desejos em realidade, que o tempo ajudará, talvez, a consolidá-los, a torna-los realidade. Imagino a nossa cumplicidade num abraço prometido, num beijo condenado ao desfecho desejado. Tantas as coisas que desejo de ti, sabes disso? Sentes isso? ;)


Por hoje é tudo :), deixo-te aqui com pensamentos soltos que me alimentam dia a dia. A ti, obrigada :)!


Dentadas sedutoras e tentadoras.

O tempo pára


Sei o que quero, sempre soube e construo o meu caminho consoante a minha vontade. Não sigo por caminhos já feitos, pois eles levar-me-iam unicamente até onde outros chegaram antes de mim. Não, eu faço o meu próprio caminho.
A certa altura, cruzámos-nos, tu também construías o teu. Não te vi, não me viste, estávamos ambos vendados. Fiquei a conhecer-te pela honestidade das palavras e tu a mim. Gostei. Gostei por ter percebido que ainda posso gostar.
Tirei a venda e vi-te, fiquei sem palavras. O brilho do teu sorriso iluminou a minha escuridão e fez-me sorrir também. Então, tiraste a tua venda e o ciclo ficou completo.

Continuámos a construir os nossos caminhos, diferentes mas próximos. Mas não próximos o suficiente para nos tocar-mos. E como anseio pelo teu toque, sentir o teu cheiro, sentir o teu hálito quente na minha pele.
Por agora, vejo o teu sorriso e gosto de saber que fui eu que o roubei da tristeza, nem que seja por um segundo enquanto as nossas mentes se tocam e o tempo pára.

Lambidelas bifurcadas,

Lucifer

Mentes que se tocam


Mentes que se tocam, que se cheiram, que se sentem, que se envolvem em movimentos frenéticos e sensuais, assim como sexuais! Mentes orgásmicas, diferentes de todas as outras, mentes que se escutam, mentes que se espera que por um acaso se unam e que sejam apenas uma. Mentes a descoberto de máscaras, mentes que se desejam como nunca desejaram nada nem ninguém! Mentes fortes que nada as derruba, nem o vento, nem palavras menos boas, nem a maldade lá fora, cá dentro. Mentes unidas por um só sentimento, o sentimento vencedor de todas as mentes! Mentes distantes mas nunca ausentes! Mentes que mordem tão bem quanto escrevem, mentes que se beijam sofregamente! Mentes! Palavras iguais com sentido diferente, mentes mas não mentes :)! Mentes que se deixam levar num sonho poderoso, num sonho fabuloso, num sonho continuo e verdadeiro, sonho aquele que não permite a entrada de qualquer pesadelo. Pesadelos destruídos pelas mentes valentes!


A minha mente com a tua...


Dentadinhas na tua mente

Ode a Lilith


Ó Lilith meu amor,
quando um dia te apanhar
dou-te uma tão grande,
ficas 2 dias sem andar

Pode soar a promessas
mas promessas de quem afirma
do fundo do coração
dou-te mais duas sem sair de cima

E se por ventura eu morrer
durante a foda divinal
no céu não poderei entrar
com este tesão anormal

Para o inferno serei mandado
e a entrar convidado
mas como Lucifer, tenho o poder
direi, "volto ao mundo, vão-se foder"

E ao te encontrar chorando
na cama estendida
dir-te-ei com paixão,
"desculpa meu amor, por te deixar mal fodida"

Aí olhas para mim
com olhos de quem ama
Abres as pernas e dizes
"Ò Lucifer, cala-te e mama"

Lamber, chupar, foder, mamar
era só o que faríamos
agora vou parar de rimar
com menos conversa, já fodiamos


Lambidelas bifurcadas,
Lucifer